terça-feira, 24 de novembro de 2009

Novos Autores

Em São Paulo destacam-se:


Otávio Frias Filho (Típico romântico, Rancor), Noemi Marinho (Fulaninha e Dona Coisa, Almanaque Brasil). Marcos Caruso e Jandira Martini fazem sucesso com Porca Miséria.

No Rio de Janeiro surge o besteirol, que começa com humor e irreverência e avança para um texto mais crítico. Os mais conhecidos dramaturgos dessa linha são:

Miguel Falabella (A partilha, Como encher um biquíni selvagem, No coração do Brasil) e

Mauro Rasi (Batalha de arroz num ringue para dois, Viagem a Forlí). (ao topo)


Geral:
Mário Prata (Bésame mucho),


Fauzi Arap (O amor do não),

Antônio Bivar (Cordélia Brasil),

Leilah Assunção (Fala baixo senão eu grito),

Consuelo de Castro (Caminho de volta),

Isabel Câmara (As moças),

José Vicente (O assalto),

Carlos Queiroz Telles (Frei Caneca),

Roberto Athayde (Apareceu a margarida),

Maria Adelaide Amaral (De braços abertos),

João Ribeiro Chaves Neto (Patética),

Flávio Márcio (Réveillon),

Naum Alves de Souza (No Natal a gente vem te buscar).

Marcam época também as montagens feitas, em São Paulo, pelo argentino Victor García: ''Cemitério de automóveis'', de Fernando Arrabal, e ''O balcão'', de Jean Genet - nesta última, ele chega a demolir internamente o Teatro Ruth Escobar para construir o cenário, uma imensa espiral metálica ao longo da qual se sentam os espectadores. (ao topo)


Nenhum comentário:

Postar um comentário